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	<title>Economia &#8211; Limite Certo</title>
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	<title>Economia &#8211; Limite Certo</title>
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		<title>China diz que Trump deve parar com &#8216;ameaças e chantagens&#8217; e não dá indicação de acordo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 12:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[País asiático disse que &#8220;não quer uma briga, mas também não tem medo de uma&#8221;. O porta-voz do Ministério das [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading">País asiático disse que &#8220;não quer uma briga, mas também não tem medo de uma&#8221;.</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da <strong>China</strong>, Li Jian, afirmou nesta quarta-feira (16) que os <strong>Estados Unidos</strong> deveriam interromper sua prática de &#8220;pressão máxima&#8221; e desistir de ameaças e chantagens se realmente quiserem dialogar e negociar com o país asiático para evitar a crescente guerra tarifária.</p>



<p class="has-link-color wp-elements-d244b30f1b8775c9d1dbf6202133402f wp-block-paragraph">A afirmação chega apenas um dia após a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmar que o presidente <strong>Donald Trump</strong> considera que os americanos não precisam firmar um acordo comercial com a China sobre tarifas. Segundo ela, <a href="https://limitecerto.com.br/a-bola-esta-com-a-china-diz-casa-branca-sobre-negociacoes-do-tarifaco/">a responsabilidade pelas negociações sobre tarifas recíprocas agora está com o governo chinês</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A bola está com a China. A China que precisa fazer um acordo conosco. Nós não precisamos fazer um acordo com eles&#8221;, afirmou Trump, segundo a porta-voz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Não há diferença entre a China e qualquer outro país, exceto pelo fato de que eles são muito maiores — e a China quer o que nós temos… o consumidor americano.&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta à Casa Branca, o porta-voz chinês relembrou que a guerra tarifária foi iniciada pelos EUA, não pela China.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;A China não quer uma briga, mas também não tem medo de uma&#8221;, disse Li Jian.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas semanas, China e EUA têm travado uma guerra comercial. No início deste mês, Trump anunciou um &#8220;tarifaço&#8221; contra produtos chineses e de vários outros países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma semana depois, as tarifas foram reduzidas por um prazo de 90 dias para negociações. No entanto, os EUA mantiveram e até mesmo ampliaram as taxas para os produtos da China. O governo chinês retaliou as medidas taxando produtos americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a taxa aplicada pelos EUA a produtos chineses é de até 245%. A exceção é para produtos eletrônicos, como smartphones e laptops. Já a China está taxando em 125% os produtos americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/16/china-diz-que-trump-deve-parar-com-ameacas-e-chantagens-e-nao-da-indicacao-de-acordo.ghtml">https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/16/china-diz-que-trump-deve-parar-com-ameacas-e-chantagens-e-nao-da-indicacao-de-acordo.ghtml</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reuters — Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>&#8216;A bola está com a China&#8217;, diz Casa Branca sobre negociações do tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 12:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Secretária de imprensa, Katherine Leavitt, afirmou que o gigante asiático também precisa estar aberto a negociações para que haja um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Secretária de imprensa, Katherine Leavitt, afirmou que o gigante asiático também precisa estar aberto a negociações para que haja um acordo entre os dois países.</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária de imprensa da <strong>Casa Branca</strong>, Katherine Leavitt, afirmou nesta terça-feira (15) que a possibilidade de um acordo comercial entre a China e os <strong>Estados Unidos</strong> está nas mãos do país asiático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;O presidente deixou bem claro que está disposto a fazer um acordo com a China, mas a China também precisa querer fazer um acordo com os EUA&#8221;, afirmou Leavitt.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a porta-voz, o presidente dos EUA, <strong>Donald Trump</strong>, teria afirmado que a única diferença entre a China e os demais países do mundo é o seu tamanho, e que todos os países do mundo querem alcançar o consumidor norte-americano. &#8220;Eles querem o nosso dinheiro&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leavitt também afirmou que o governo norte-americano já recebeu mais de 15 propostas de acordos comerciais de diferentes países e que deve apresentar alguns deles &#8220;em breve&#8221;, mas não deu mais detalhes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A afirmação vem em meio à crescente tensão entre os dois países, após o anúncio de diversas tarifas de importação dos EUA sobre o país asiático — e também de retaliações por parte dos chineses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta terça-feira, a China ordenou que suas companhias aéreas <strong>não recebam mais entregas de jatos da empresa norte-americana Boeing</strong>, e pediu que transportadoras chinesas suspendam as compras de equipamentos de aeronaves de empresas dos EUA.</p>



<p class="has-link-color wp-elements-9c714aa7281bfa6f9908f4cb24dc750f wp-block-paragraph">Essa é mais uma determinação em resposta às <a href="https://limitecerto.com.br/tarifas-dos-eua-contra-a-china-somam-145-esclarece-casa-branca/">tarifas de 145% sobre produtos chineses</a> importados pelos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento das taxas aos chineses, por sua vez, foi uma resposta à retaliação do gigante asiático, que havia aumentado para 84% as taxas sobre os EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à escalada das tensões, a porta-voz da Casa Branca também afirmou, nesta terça-feira, que o governo considera conceder um alívio para os agricultores norte-americanos, que enfrentam preços mais baixos e altos estoques em meio à guerra comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;O auxílio está sendo considerado. O Secretário de Agricultura conversou com o presidente sobre isso e, novamente, está sendo considerado&#8221;, disse.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading">Guerra tarifária</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A disputa comercial entre os EUA e a China se intensificou na última semana, após novos anúncios de tarifas de importação.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="622" height="405" src="https://limitecerto.com.br/wp-content/uploads/2025/04/IMAGEM-3-7.jpg" alt="" class="wp-image-3291" srcset="https://limitecerto.com.br/wp-content/uploads/2025/04/IMAGEM-3-7.jpg 622w, https://limitecerto.com.br/wp-content/uploads/2025/04/IMAGEM-3-7-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 622px) 100vw, 622px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda a evolução da guerra tarifária entre os dois países:</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">No início de fevereiro, os EUA aplicaram uma <strong>taxa extra de 10% sobre as importações vindas da China</strong>, que se somou à tarifa de 10% que já era cobrada do país, chegando a 20%;</li>



<li class="">Em 2 de abril, Trump anunciou seu plano de &#8220;tarifas recíprocas&#8221; que incluía uma <strong>taxa extra de 34% à China</strong>, elevando a alíquota sobre os produtos do país asiático a 54%;</li>



<li class="">Após a <strong>retaliação chinesa que também impôs tarifas de 34%</strong> sobre os EUA, a Casa Branca confirmou mais 50% em taxas sobre as importações chinesas, deixando a tarifa sobre o país no patamar de 104%.</li>



<li class="">Com o anúncio de que a China irá <strong>elevar a 84% as taxas sobre os produtos norte-americanos</strong>, Trump decidiu subir para 125% a tarifa contra os asiáticos, na mais nova ofensiva.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/15/trump-china-tarifas.ghtml#1">https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/15/trump-china-tarifas.ghtml#1</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: REUTERS — A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt</p>
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		<title>Brasil bate recorde comercial com China e EUA em meio a guerra tarifária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 15:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As importações brasileiras vindas da China aumentaram 35% no período; governo federal monitora situação de perto As correntes de comércio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">As importações brasileiras vindas da China aumentaram 35% no período; governo federal monitora situação de perto</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As correntes de comércio do Brasil com a China e com os Estados Unidos <strong>atingiram recorde</strong>, em valores nominais, no primeiro trimestre de 2025, no momento em que escala a <strong>guerra comercial entre Pequim e Washington</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a março, a corrente de comércio entre Brasil e China ultrapassou os <strong>US$ 38,8 bilhões</strong>, com US$ 19,8 bilhões em exportações brasileiras e US$ 19 bilhões em importações. A balança comercial brasileira com os chineses permaneceu superavitária, ainda que tenha havido um crescimento expressivo na entrada de produtos chineses no mercado nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As importações brasileiras vindas da China aumentaram 35% no período. Um dos principais responsáveis por esse salto foi o grupo “Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes”, que, sozinho, movimentou US$ 2,7 bilhões – valor significativamente superior aos cerca de US$ 4 milhões registrados em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o Brasil reduziu sua dependência de certos produtos chineses. As importações de válvulas e tubos, por exemplo, caíram 77% em relação ao ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse aumento nas importações chinesas está sendo monitorado de perto pelo governo federal, que teme um avanço ainda maior com o “tarifaço” de Donald Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os Estados Unidos, um dos maiores mercados consumidores do mundo, reduzindo, ainda que temporariamente, a demanda por produtos chineses, o Brasil pode acabar se tornando um dos principais destinos para onde Pequim redireciona suas exportações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação comercial com os americanos também bateu recorde e chegou, pela primeira vez, à marca de US$ 20 bilhões no primeiro trimestre de um ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro e março de 2025, o Brasil exportou US$ 9,7 bilhões para os EUA e importou US$ 10,3 bilhões. O volume representa um crescimento de 6,6% em relação ao mesmo período de 2024. Ainda assim, a balança comercial brasileira com os Estados Unidos permaneceu deficitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seis dos dez principais produtos exportados pelo Brasil aos EUA registraram crescimento, com destaque para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Sucos (+74,4%)</li>



<li class="">Óleos combustíveis (+42,1%)</li>



<li class="">Café não torrado (+34%)</li>



<li class="">Aeronaves (+14,9%)</li>



<li class="">Semiacabados de ferro ou aço (+14,5%)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo lado das importações, houve alta em oito dos dez principais produtos americanos comprados pelo Brasil. Entre os aumentos, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Óleos brutos de petróleo (+78,3%)</li>



<li class="">Medicamentos (+42,4%)</li>



<li class="">Motores e máquinas não elétricos (+42,3%)</li>



<li class="">Outros produtos farmacêuticos (+29,1%)</li>



<li class="">Óleos combustíveis (+9,4%)</li>



<li class="">Aeronaves (+8,1%)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-bate-recorde-comercial-com-china-e-eua-em-meio-a-guerra-comercial/">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-bate-recorde-comercial-com-china-e-eua-em-meio-a-guerra-comercial/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: EUA x China • Freepik</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Confronto de Trump com a China se aprofunda, com holofotes na economia</title>
		<link>https://limitecerto.com.br/confronto-de-trump-com-a-china-se-aprofunda-com-holofotes-na-economia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 13:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ambos os lados podem sofrer terrivelmente em uma guerra comercial generalizada, e os consumidores americanos podem ser afetados pela escassez [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Ambos os lados podem sofrer terrivelmente em uma guerra comercial generalizada, e os consumidores americanos podem ser afetados pela escassez e pela alta dos preços</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Donald Trump está entrando em mais uma semana instável de guerras comerciais, enfrentando a necessidade de amenizar o conflito que iniciou com a China antes que cause danos profundos à economia americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente chinês, Xi Jinping, rejeitou a pressão dos EUA para ligar Trump e buscar um “acordo”, após os Estados Unidos terem imposto tarifas de 145% sobre a superpotência, desencadeando um confronto direto há muito temido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da incerteza, Trump está dando um show de satisfação com os conflitos que iniciou, e foi aplaudido de pé ao durante um evento do UFC na Flórida, na noite de sábado (12).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente americano, que se autodenomina um lutador político por excelência, disse a repórteres que sua recepção foi “um tanto lendária” e mostrou que “estamos fazendo um bom trabalho”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o conflito do presidente com a China é um confronto real com riscos muito maiores. O impasse é tão sério que as economias dos EUA e da China estão intrinsecamente interligadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os EUA dependem da China para eletrônicos de consumo; minerais de terras raras usados ​​na fabricação de veículos elétricos e para aplicações militares e robótica; produtos farmacêuticos usados ​​em medicamentos que salvam vidas; e itens básicos da vida diária, incluindo roupas e calçados.</p>



<p class="has-link-color wp-elements-f0f79050e9272c0b6ee61ba077e49de6 wp-block-paragraph">As <a href="https://limitecerto.com.br/guerra-comercial-de-trump-e-china-prejudicara-agricultores-dos-eua-entenda/">exportações americanas de produtos</a> como soja e sorgo para a China são vitais para a os agricultores americanos, mas as tarifas impostas por ambos os lados são tão proibitivas que o comércio pode efetivamente parar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos os lados podem sofrer terrivelmente em uma <strong>guerra comercial generalizada</strong>, e os consumidores americanos podem ser afetados pela escassez e pela alta dos preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns especialistas acreditam que a China, devido ao seu sistema autoritário de governo, estaria disposta a impor mais sofrimento à sua população para evitar perder o que poderia ser uma batalha decisiva com os EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade de Trump de jogar a longo prazo foi questionada quando ele suspendeu as tarifas recíprocas sobre dezenas de países na semana passada por 90 dias, após as liquidações do mercado de títulos começarem a sugerir uma crise financeira em desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa redução deve ter sido observada atentamente em Pequim. E, ao tentar aliviar uma situação delicada, Trump exacerbou outra — atacando a China com suas tarifas de 145%, em um aparente esforço para salvar a reputação.</p>



<p class="has-link-color wp-elements-0b6b0c1c0a7dba2dd7a75ac8aed996ff wp-block-paragraph">À medida que o caos se agrava, a Casa Branca adicionou mais confusão na noite de sexta-feira (11), isentando as <a href="https://limitecerto.com.br/acoes-asiaticas-sobem-apos-isencoes-de-tarifas-sobre-tecnologia/">importações de smartphones</a> e computadores fabricados na China da alíquota máxima, em um reconhecimento de que impostos altíssimos sobre esses itens poderiam prejudicar a indústria de tecnologia e os consumidores americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No domingo (13), o governo insistiu que tais produtos ainda estariam sujeitos a novas tarifas em um nível mais baixo nas próximas semanas, levantando novas questões sobre suas posturas aparentemente não planejadas e precipitadas, que têm assustado repetidamente os mercados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“NINGUÉM vai se livrar das balanças comerciais injustas e das barreiras tarifárias não monetárias que outros países usaram contra nós, especialmente a China, que, de longe, nos trata pior!”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Donald Trump, em postagem no Truth Social</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">“Não houve nenhuma ‘exceção’ tarifária anunciada na sexta-feira. Esses produtos estão sujeitos às tarifas de 20% para o fentanil existentes e estão apenas migrando para um ‘grupo’ tarifário diferente. As notícias falsas sabem disso, mas se recusam a noticiar”, acrescentou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confusão na mensagem do governo</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como já fez diversas vezes, o governo insiste que suas ações repentinas e mensagens inconsistentes façam parte do plano desde o início.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é apenas mais um ótimo exemplo de como o presidente Trump tinha um plano detalhado desde o início, que está sendo executado exatamente como instruído”, disse o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, no programa “Sunday Morning Futures”, da Fox News.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explicou que o governo pensa que tais itens são vitais para a segurança nacional dos EUA e, portanto, exigem um tratamento diferenciado para a “relocalização” das fábricas que os produzem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo insiste que sua estratégia está funcionando, argumentando que dezenas de países incluídos nas tarifas recíprocas, agora suspensas, se apressaram em oferecer acordos surpreendentes a Trump para escapar da pressão americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Casa Branca agora aplica lógica semelhante à China, apostando que o poder da economia americana forçará Xi a oferecer concessões em relação a queixas de longa data, que incluem preocupações com acesso a mercados, roubo de propriedade intelectual e um vasto desequilíbrio comercial que Trump insiste ser prova de que Pequim está se aproveitando de Washington.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É quase um sistema de dois mundos. Há um processo em relação à China, que é muito, muito incipiente… e depois o processo para todos os outros”, disse Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, a Jake Tapper, da CNN, no programa “State of the Union”, no domingo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Então, o processo para todos os outros é organizado, está claro. As pessoas estão chegando com ótimas ofertas”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abordagem de Trump é arriscada e pode não levar em conta as complexidades da relação EUA-China e a dinâmica política em Pequim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque a tentativa de Xi de transformar seu país em uma grande potência dominante se baseia na ideia de que os EUA e outras potências ocidentais historicamente adotaram políticas de estilo colonial para suprimir a influência chinesa e privá-la de seu lugar de direito no mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso torna quase impossível que Xi seja visto como alguém que cede ao que a China considera uma intimidação americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, o governo desconsiderou os alertas de que a China pode prejudicar os EUA tanto quanto Washington. “Eles estão brincando com um par de dois”, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, na semana passada na CNBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele argumentou que, como os EUA exportam apenas um quinto do valor total dos bens que Pequim envia aos EUA, sua economia se sairia pior em uma guerra comercial retaliatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse raciocínio e a confiança de Trump de que sua típica postura temerária e o aumento de apostas a níveis intoleráveis, que ele aprimorou como magnata do mercado imobiliário em Nova York, serão testados nos próximos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se Trump conseguir reformular a relação comercial dos EUA com a China, ele reivindicará uma conquista significativa em uma nova era de relações entre Washington e Pequim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, presidentes de ambos os partidos argumentaram que, ao liberalizar a economia anteriormente controlada pela China, os EUA poderiam introduzir seu rival no sistema comercial global baseado em regras e promover reformas políticas dentro do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cálculo começou a mudar no final do governo Obama, e o governo nacionalista de Xi acirrou o confronto econômico e geopolítico entre os dois lados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Trump “tem a bola na mão”</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump argumentou, com alguma justificativa, que a expansão do comércio com a China construiu uma superpotência inimiga que os líderes americanos de ambos os partidos agora consideram a principal ameaça à segurança nacional e ao poder global dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, roupas baratas e bens de consumo como iPhones melhoraram a situação material de milhões de americanos, mesmo com a globalização esvaziando os centros industriais dos EUA e deixando um rastro de deterioração social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do aumento das tensões e do nervosismo que se avizinham nos mercados de ações esta semana, os assessores de Trump defenderam a abordagem do presidente, que corre o risco de levar à recessão uma economia que já estava em pleno funcionamento quando ele assumiu o cargo há menos de três meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso está se desenrolando exatamente como pensávamos em um cenário dominante”, disse o assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, no programa “Meet the Press”, da NBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos 90 acordos em 90 dias, possivelmente pendentes aqui”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de taxa de sucesso na negociação de acordos comerciais, que normalmente levam anos para serem fechados, seria notável, um dos motivos pelos quais muitos analistas não levam ao pé da letra a arrogância do governo sobre ofertas de países estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Permanece a possibilidade de que países como Japão, Índia e Coreia do Sul, bem como a União Europeia, ofereçam a Trump concessões extravagantes que ele possa reivindicar como uma grande vitória, sem que elas alterem fundamentalmente as relações comerciais bilaterais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significaria que uma das principais justificativas de Trump para a guerra tarifária, a reformulação da indústria americana, não seria alcançada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vitórias cosméticas para Trump também não justificariam os trilhões de dólares que suas ações eliminaram dos mercados de ações globais e as perdas que ele infligiu às contas de aposentadoria de milhões de americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há sinais crescentes de que a <strong>gestão econômica caótica do presidente</strong> está deprimindo sua posição política de uma forma que será particularmente sensível para os legisladores republicanos no ano que antecede as eleições de meio de mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova pesquisa da CBS realizada no domingo mostrou que os índices de aprovação do presidente em relação à sua gestão da economia e da inflação caíram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 44% dos entrevistados aprovam e 56% desaprovam seu desempenho na economia, enquanto apenas 40% aprovam e 60% desaprovam sua gestão da inflação. E 75% esperam, pelo menos, picos de preços a curto prazo devido às tarifas, enquanto 48% esperam aumentos a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses são números instáveis, considerando que o impacto real das tarifas ainda não foi sentido pelos consumidores em termos de aumento de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a aposta de Trump é particularmente arriscada, visto que sua promessa de reduzir os custos de alimentação e moradia esteve no centro de sua vitória sobre a vice-presidente democrata Kamala Harris em novembro passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos tempos tensos, um dos maiores apoiadores de Trump no Gabinete, o Secretário de Comércio Howard Lutnick, continua bombástico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Donald Trump tem a bola. Eu quero que ele a tenha. Ele é a pessoa certa para isso”, disse Lutnick no programa “This Week” da ABC News.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Ele sabe como jogar este jogo. Ele sabe como lidar com o Presidente Xi. Esta é a pessoa certa para o papel certo, e estou confiante de que isso vai dar certo com a China.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Howard Lutnick, secretário de Comércio dos EUA</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a postura de Trump como um mestre negociador, que tem sido mais central para o apelo político do presidente do que qualquer outra coisa, nunca enfrentou um teste tão difícil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/confronto-de-trump-com-a-china-se-aprofunda-com-holofotes-na-economia/">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/confronto-de-trump-com-a-china-se-aprofunda-com-holofotes-na-economia/</a></p>
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		<title>Ações asiáticas sobem após isenções de tarifas sobre tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida foi vista como um grande avanço para empresas como Apple e Dell, que dependem de importações de Pequim As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Medida foi vista como um grande avanço para empresas como Apple e Dell, que dependem de importações de Pequim</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As bolsas asiáticas tiveram altas nesta segunda-feira (14), após o governo americano conceder isenções de tarifas pesadas sobre smartphones e outros eletrônicos importados principalmente da China.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi vista como um grande avanço para <strong>empresas de tecnologia</strong> como Apple e Dell, que dependem de importações de Pequim</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às 21h30 (horário de Brasília), o índice japonês Nikkei havia subido 2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações sul-coreanas também subiram, lideradas por fabricantes de chips e baterias, com o foco dos investidores permanecendo nas <strong>tarifas americanas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice Composto de Preços de Ações da Coreia (KOSPI) subiu 1,19%, às 21h13 (horário de Brasília).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Taipei, capital de Taiwan, o índice de referência subiu 2% no início do pregão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fabricante de chips TSMC também subiu quase 1% na abertura dos mercados. Os resultados da TSCM desta semana serão um destaque, dado o plano do presidente dos EUA, Donald Trump, de investigar toda a <strong>cadeia global de suprimentos</strong> de semicondutores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice CSI300, de <strong>ações blue-chip da China</strong>, subiu 0,6%, enquanto o Índice Composto de Xangai avançou 0,8% no início do pregão, após perdas de 2,9% e 3,1% na semana passada, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice Hang Seng, de referência em Hong Kong, subiu 2,5% após uma perda de 8,5% na semana passada. O Índice Hang Seng de Tecnologia subiu 3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/acoes-asiaticas-sobem-apos-isencoes-de-tarifas-sobre-tecnologia/">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/acoes-asiaticas-sobem-apos-isencoes-de-tarifas-sobre-tecnologia/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reuters</p>
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		<title>Guerra comercial de Trump e China prejudicará agricultores dos EUA; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Setor agrícola norte-americano perdeu cerca de US$ 27 bilhões durante a guerra comercial de 2018 O presidente dos EUA, Donald [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Setor agrícola norte-americano perdeu cerca de US$ 27 bilhões durante a guerra comercial de 2018</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente dos EUA, Donald Trump, impôs tarifas adicionais de 145% sobre todas as importações chinesas, apesar de ter suspendido seus impostos “recíprocos” sobre todos os outros países em uma reversão surpreendente na semana passada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a <strong>China não recua, afirmando que “lutará até o fim”</strong> se Trump continuar a intensificar o que já está se tornando uma guerra comercial de grandes proporções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira (11), a China também aumentou significativamente suas próprias tarifas sobre as importações dos EUA para o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para analisar qual nação poderia ceder primeiro, a CNN examinou as maiores <strong>importações da China</strong> dos Estados Unidos, as de soja, para ver se e como essa demanda poderia ser atendida em outros lugares, o que os agricultores americanos podem perder e muito mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos os países estão profundamente interligados em termos de comércio, embora a China venda aos EUA cerca de três vezes mais do que compra. O resultado é um déficit comercial significativo, de quase US$ 300 bilhões, a favor da China, uma <strong>lacuna que Trump</strong> quer fechar com tarifas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A China compra principalmente produtos agrícolas dos EUA, incluindo soja, oleaginosas e grãos. As importações de soja, usada principalmente para ração animal, já haviam sido afetadas durante o primeiro mandato de Trump, quando os dois países se enfrentaram em uma guerra comercial anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, a China buscava diversificar a origem de suas importações e buscava produtos agrícolas de outros países. Isso deve acontecer novamente, depois da China impor uma tarifa de 125% sobre <strong>todas as importações dos EUA</strong> – uma medida que, segundo analistas, poderá reduzir as importações chinesas de commodities agrícolas americanas, como a soja, para quase zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As exportações de soja dos EUA para a China agora estão sujeitas a uma tarifa total de 135%, resultante da tarifa de 10% imposta a certos produtos agrícolas em março, mais a taxa de 125% anunciada na sexta-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a primeira guerra comercial entre EUA e China, o Brasil — o maior exportador mundial de soja — emergiu como vencedor, com as importações chinesas da leguminosa aumentando ao longo dos anos. As exportações brasileiras de soja para a China cresceram mais de 280% desde 2010, enquanto as exportações dos EUA permaneceram estáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro passado, Xi realizou uma visita de Estado ao Brasil, com o objetivo de fortalecer os laços entre os dois países. Em 2024, a China foi o principal destino da soja brasileira, respondendo por mais de 73% do total das exportações de soja do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a expectativa de aumento na produção, a safra brasileira de soja deve atingir níveis recordes neste ano. A China pode aumentar suas importações do Brasil e de outros países sul-americanos, como a Argentina, que atualmente é o terceiro maior produtor de soja do mundo, depois do Brasil e dos EUA.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que isso significa para os agricultores dos EUA</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor agrícola dos EUA perdeu cerca de US$ 27 bilhões durante a guerra comercial de 2018, com 71% das perdas relacionadas à soja, de acordo com a Associação Americana de Soja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E os agricultores, muitos dos quais vivem em estados que votaram em Trump nas eleições de 2024, ainda estão lutando contra as consequências. Apenas Illinois, o maior produtor de soja, e Minnesota, o terceiro maior estado produtor de soja, votaram na ex-vice-presidente Kamala Harris em novembro passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A China busca mais aliados além do Brasil para combater as tarifas americanas e expandir a cooperação comercial. Na quinta-feira, a China anunciou que estava disposta a trabalhar com os países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ANAS) para fortalecer a comunicação e a coordenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início desta semana, o Ministro do Comércio da China discutiu com autoridades da UE a retomada das negociações sobre alívio comercial e veículos elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/guerra-comercial-de-trump-e-china-prejudicara-agricultores-dos-eua-entenda/">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/guerra-comercial-de-trump-e-china-prejudicara-agricultores-dos-eua-entenda/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Kevin Lamarque/Reuters</p>
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		<title>Exportações da China sobem 12,4% em março devido a tarifas de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Número reflete a antecipação de embarques de produtos por conta do tarifaço anunciado pelo presidente dos EUA em abril As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Número reflete a antecipação de embarques de produtos por conta do tarifaço anunciado pelo presidente dos EUA em abril</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As <strong>exportações da China saltaram 12,4% em março</strong> ante mesmo período do ano passado, de acordo com dados publicados pelo órgão alfandegário do país nesta segunda-feira (14). O aumento é significativamente maior que o acréscimo de 2,3% observado no primeiro bimestre do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado de março, que provavelmente reflete a antecipação de embarques antes de <strong>tarifas dos EUA</strong> entrarem em vigor, ficou bem acima da expectativa de analistas consultados pelo <em>The Wall Street Journal</em>, que previam alta de 4,4% das exportações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também na comparação anual, as importações chinesas registraram queda de 4,3% em março, menor do que o declínio de 8,4% do primeiro bimestre, mas aquém do consenso do <em>WSJ</em>, de ganho de 1,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em março, a China acumulou superávit na balança comercial de US$ 102,64 bilhões, bem maior do que o saldo positivo de US$ 77 bilhões projetado no levantamento do WSJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/china-exportacoes-saltam-124-na-comparacao-anual-de-marco-com-antecipacao-de-embarques/">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/china-exportacoes-saltam-124-na-comparacao-anual-de-marco-com-antecipacao-de-embarques/</a></p>
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		<title>Tarifaço de Trump provoca boicote internacional a produtos dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 12:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Taxas de Trump têm gerado reações na Europa e Canadá. Ações incluem apelos por boicote e iniciativas para destacar negativamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Taxas de Trump têm gerado reações na Europa e Canadá. Ações incluem apelos por boicote e iniciativas para destacar negativamente produtos americanos nas prateleiras de supermercados e dissuadir compra.</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-link-color wp-elements-1e3029c7e93ce7d41c357cf1798a8aa3 wp-block-paragraph">Apesar de o pacote das assim chamadas &#8220;<a href="https://limitecerto.com.br/tarifas-reciprocas-veja-a-lista-completa-de-taxas-cobradas-pelos-eua-por-pais-2/">tarifas do Dia da Libertação</a>&#8221; de <strong>Donald Trump</strong> ter sido momentaneamente suspenso e um tanto amenizado, consumidores internacionais têm mantido o boicote a produtos dos <strong>Estados Unidos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os parceiros comerciais tradicionais estão entre os mais atingidos e, do Canadá à Europa, ganham cada vez mais adeptos as iniciativas de &#8220;compre local&#8221;, quer organizadas nas redes sociais, quer em lojas físicas.</p>



<p class="has-link-color wp-elements-59f0bd9b5373736f84549946d112c733 wp-block-paragraph">Em 2 de abril, <a href="https://limitecerto.com.br/tarifas-reciprocas-veja-a-lista-completa-de-taxas-cobradas-pelos-eua-por-pais-2/">Trump impôs uma sobretaxa geral sobre todas as importações para os EUA e supostas &#8220;tarifas recíprocas&#8221; contra determinadas nações</a> – embora, em 9 de abril, tenha abrandado o tom, anunciando uma <a href="https://limitecerto.com.br/trump-recua-e-anuncia-reducao-do-tarifaco-por-90-dias-para-todos-os-paises-exceto-a-china/">pausa de 90 dias no tarifaço</a> e baixando a maioria das sanções para a taxa básica de 10%.</p>



<p class="has-link-color wp-elements-92621c54265d70d78bebf63b48fee1e1 wp-block-paragraph">A única exceção a esse esquema mais brando é a China, que <a href="https://limitecerto.com.br/tarifas-dos-eua-contra-a-china-somam-145-esclarece-casa-branca/">agora enfrenta tarifas de 125%</a>, pois, segundo o mandatário americano, teria demonstrado &#8220;falta de respeito&#8221; com &#8220;os mercados do mundo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os governos de alguns países afetados decretam suas próprias barreiras comerciais, os cidadãos reagem com campanhas próprias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na União Europeia – castigada com uma sobretaxa de 20% sobre suas exportações, antes do recuo de 9 de abril –, os consumidores estão tentando pôr de cabeça para baixo – em parte literalmente – a posição dos EUA no mercado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mobilização virtual e empresarial</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que a Casa Branca ameaçou com medidas tarifárias, foram criados no Facebook diversos grupos para organizar boicotes e campanhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O francês &#8220;Boycott USA: Achetez Français et Européen!&#8221; (Comprem francês e europeu!) já passa de 30 mil participantes. E os suecos &#8220;Bojkotta varor från USA&#8221; e &#8220;Boykot varer fra USA&#8221; (Boicote aos produtos dos EUA), já contam, juntos, mais de 180 mil membros, unidos com o fim de pressionar pelo fim das sanções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Alemanha, parece haver apoio para uma postura semelhante. O grupo de pesquisa Cuvey concluiu que 64% da população preferiria evitar os artigos americanos, se possível. Uma pequena maioria afirmou que suas decisões de consumo já estão sendo afetadas pelas políticas trumpistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, um movimento online nas redes sociais e fóruns como o Reddit conclamou os consumidores europeus e canadenses a colocarem os produtos dos EUA de cabeça nas prateleiras dos supermercados, como sinal visual para dissuadir eventuais compradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Companhias europeias estão igualmente se articulando contra as firmas americanas: o maior varejista da Dinamarca, Salling Group, prometeu marcar os produtos da Europa com uma estrela negra para ajudar os consumidores a identificá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No LinkedIn, o diretor executivo da companhia, Anders Hagh, informou que continuará vendendo produtos americanos, mas a nova etiqueta é <strong>&#8220;um serviço extra para fregueses que querem comprar artigos de marcas europeias&#8221;.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras empresas estão tomando medidas ainda mais concretas: a fornecedora norueguesa de óleo e combustível para navios Haltbakk Bunkers anunciou que vai parar de suprir as embarcações da Marinha dos EUA.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Vendas da Tesla despencam</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A marca americana mais exposta à ira dos consumidores globais é a Tesla, de Elon Musk – maior doador da campanha eleitoral trumpista e atual consultor especial da Casa Branca para cortar a burocracia estatal através força-tarefa do Departamento de Eficiência Governamental (Doge).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa perdeu 40% de sua cotação na bolsa de valores, e tem sido alvo de protestos públicos – por vezes violentos – em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Suas vendas globais caíram 13% no primeiro trimestre de 2025, apesar de descontos e ofertas de financiamento nas concessionárias. A queda foi mais pronunciada na Europa, onde as vendas de janeiro de 2025 foram 45% inferiores às do ano anterior, segundo a Associação de Construtores de Automóveis Europeus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem sai ganhando são os fabricantes locais: no primeiro trimestre de 2025, a Volkswagen foi a campeã de vendas de carros elétricos, à frente da BMW e de três subsidiárias do conglomerado VW, a Skoda, Audi e Seat. A Tesla, antes no topo do setor, ficou apenas em oitavo lugar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Clima anti-Trump no Canadá favorece liberais</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-link-color wp-elements-f7303413fbcd4394f9b08da072bade29 wp-block-paragraph">Em março, <a href="https://limitecerto.com.br/tarifas-de-25-sobre-aco-e-aluminio-entram-em-vigor-nos-eua-entenda-os-impactos-para-o-brasil/">Trump impôs uma sobretaxa de 25% ao aço, alumínio e automóveis</a> canadenses, assim como aos bens não incluídos no acordo de livre-comércio EUA-México-Canadá (USMCA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescente clima anti-Trump valeu um aumento dramático de popularidade para o Partido Liberal, antes liderado pelo ex-primeiro-ministro Justin Trudeau e atualmente por seu sucessor, Mark Carney, ao ponto de a legenda apresentar uma dianteira apertada nas intenções de voto para as eleições de 24 de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rejeição popular no Canadá contra os produtos americanos também é forte. Em março, o governador de Ontário, Doug Ford, encerrou um contrato de 100 milhões de dólares canadenses (R$ 412 milhões) com a empresa de telecomunicações Starlink, de Elon Musk. E comentou na plataforma X, do multibilionário: &#8220;Ontário não faz negócios com quem está doido para destruir a nossa economia.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Várias firmas lançaram campanhas &#8220;Buy Canadian&#8221;. O Conselho de Bebidas Alcoólicas de Ontário disse que pararia de estocar o uísque bourbon e vinhos dos EUA, entre outras bebidas. Províncias como Colúmbia Britânica e New Brunswick adotaram medidas semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criaram-se ainda diversos websites e apps, como Buy Beaver e Maple Scan, para ajudar o consumidor a identificar e evitar artigos americanos. Comentando o sucesso recente de seu site Made in CA, o fundador Dylan Lobo comentou à revista Business Insider: &#8220;Há muito patriotismo no momento, neste país. Há um forte sentimento de que os canadenses querem apoiar outros canadenses.&#8221;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mais um caso de &#8220;freedom fries&#8221;?</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da Europa e do Canadá, diversos líderes econômicos estão cientes das potenciais retaliações contra os produtos dos EUA e de como elas poderão afetar seus negócios. Entre eles, chefes de companhias que adquiriram marcas americanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucas semanas após Trump retomar a Casa Branca, Takeshi Niinami, diretor executivo da gigante japonesa de bebidas Suntory Holdings – proprietária de marcas como o uísque bourbon Jim Beam – antecipou que os produtos do país seriam boicotados pelos consumidores internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Nós elaboramos o plano estratégico e orçamentário para 2025 partindo do princípio de que os produtos americanos, inclusive o uísque, serão menos aceitos fora do país, por causa, em primeiro lugar, das tarifas, e em segundo, de emoção&#8221;, comentou à revista Financial Times.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor de história Garritt van Dyk percebe nesse repúdio às mercadorias americanas ecos de uma famigerada campanha de 2003, quando a oposição da França à invasão do Iraque resultou em que as batatas fritas fossem rebatizadas de french fries para freedom fries&#8221; (da liberdade).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em outros momentos no passado houve essa reação esquisita de &#8216;a gente não quer mais pertencer a essa cultura'&#8221;, observa o docente da Universidade de Waikato, na Nova Zelândia. Em sua opinião, o sentimento de dano à reputação pelas firmas e fabricantes americanos pode acabar sendo relevante, já que, &#8220;num mercado superlotado, as pessoas podem fazer suas próprias escolhas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/11/tarifaco-de-trump-provoca-boicote-internacional-a-produtos-dos-eua.ghtml">https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/11/tarifaco-de-trump-provoca-boicote-internacional-a-produtos-dos-eua.ghtml</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reuters</p>
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		<item>
		<title>Tarifas dos EUA contra a China somam 145%, esclarece Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 12:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente americano Donald Trump anunciou o aumento das taxas sobre os produtos importados da China na quarta (9), devido às [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading">Presidente americano Donald Trump anunciou o aumento das taxas sobre os produtos importados da China na quarta (9), devido às retaliações aplicadas por Pequim.</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As tarifas aplicadas pelos Estados Unidos aos produtos importados da China agora <strong>somam 145%</strong>, afirmou a Casa Branca nesta quinta-feira (10).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente americano <strong>Donald Trump</strong> anunciou nesta quarta (9) um <strong>aumento das taxas contra os chineses de 125%</strong>, com efeito imediato, devido às retaliações aplicadas por Pequim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a Casa Branca esclareceu que esse aumento é em relação à <strong>taxa de 84% anunciada por Trump nesta semana</strong>, que, por sua vez, se soma à tarifa de 20% relacionada ao fentanil e imposta anteriormente à China.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Entenda como a taxa sobre a China chegou a 145%:</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">No início de fevereiro, os EUA aplicaram uma <strong>taxa extra de 10% sobre as importações vindas da China</strong>, que se somou à tarifa de 10% que já era cobrada do país, chegando a 20%;</li>



<li class="">Na quarta-feira da semana passada, dia 2 de abril, Trump anunciou seu plano de &#8220;tarifas recíprocas&#8221; que incluía uma <strong>taxa extra de 34% à China</strong>, elevando a alíquota sobre os produtos do país asiático a 54%;</li>



<li class="">Após a <strong>retaliação chinesa</strong> que também impôs tarifas de 34% sobre os EUA, a Casa Branca <strong>confirmou mais 50% em taxas sobre as importações chinesas</strong>, deixando a tarifa sobre o país no patamar de 104%.</li>



<li class="">Com o anúncio de que a <strong>China irá elevar a 84% as taxas</strong> sobre os produtos norte-americanos, Trump <strong>decidiu subir para 125% a &#8220;tarifa recíproca&#8221;</strong> contra os asiáticos. Esse valor foi somado aos 20% que já eram aplicados antes de abril, <strong>chegando aos 145%.</strong></li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Escalada da guerra comercial</h4>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump justificou o novo aumento na taxação contra Pequim na quarta-feira (9) &#8220;com base na falta de respeito que a China demonstrou aos mercados mundiais&#8221;, por causa da retaliação do país ao tarifaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O republicano disse esperar que, &#8220;em um futuro próximo, a China perceba que os dias de exploração dos EUA e de outros países não são mais sustentáveis ou aceitáveis&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos &#8220;países que não retaliaram de forma alguma&#8221;, <strong>Trump reduziu as taxas &#8220;recíprocas&#8221; para 10%</strong>, pelo prazo de 90 dias. Ele se referiu à decisão como uma &#8220;pausa&#8221; no tarifaço, que há uma semana resultou na escalada da guerra comercial global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump <strong>segue dizendo que está confiante em chegar a um acordo com Pequim</strong>. &#8220;Ele é meu amigo, o presidente Xi (Jinping). Eu gosto dele, eu o respeito&#8221;, afirmou Trump durante uma sessão de perguntas e respostas com jornalistas no Salão Oval da Casa Branca na noite de quarta-feira (9).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;É um cara inteligente que ama seu país, isso é um fato, eu o conheço muito bem&#8221;, disse.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a tarde desta quinta-feira (10), a China não havia anunciado uma retaliação ao novo aumento. No entanto, durante a madrugada, <strong>o porta-voz do Ministério do Comércio chinês afirmou que não vai recuar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Ao usar tarifas como arma para exercer a máxima pressão em benefício próprio, os EUA estão se colocando contra o resto do mundo&#8221;, afirmou o ministro do Comércio chinês, Wang Wentao.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Embora a China permaneça aberta a conversas, qualquer negociação deve ser baseada no respeito mútuo e conduzida em pé de igualdade. Se os EUA estiverem determinados a travar uma guerra comercial, a China lutará até o fim&#8221;, disse, em comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Pressão, ameaças e chantagem não são a maneira certa de lidar com a China. Não permitiremos, de forma alguma, que alguém tire os direitos e interesses legítimos do povo chinês, ou que alguém sabote as regras do comércio internacional e o sistema multilateral de comércio&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/10/tarifas-dos-eua-contra-a-china-somam-145percent.ghtml">https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/10/tarifas-dos-eua-contra-a-china-somam-145percent.ghtml</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Reuters</p>
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		<title>Tarifas recíprocas: veja a lista completa de taxas cobradas pelos EUA por país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Limite Certo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 11:52:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente americano diz que tarifas recíprocas serão de ao menos metade das alíquotas cobradas dos EUA por outros países. Brasil [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading">Presidente americano diz que tarifas recíprocas serão de ao menos metade das alíquotas cobradas dos EUA por outros países. Brasil será tarifado em 10%.</h3>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente dos <strong>Estados Unidos</strong>,<strong> Donald Trump</strong>, detalhou nesta quarta-feira (2) quais serão as tarifas recíprocas que pretende cobrar de produtos importados a partir de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>republicano afirmou que o país cobrará 10% de todas as importações feitas do Brasil</strong>, e as demais tarifas que serão cobradas dos países que taxam produtos norte-americanos serão ao menos metade da alíquota cobrada dos EUA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As tarifas serão aplicadas a partir de 5 de abril. Já as tarifas recíprocas individualizadas, mais altas, serão impostas aos países com os maiores déficits comerciais com os EUA a partir do dia 9.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chamada pelo republicano de &#8220;Dia da Libertação&#8221;, esta quarta-feira (2) marca o início de um conjunto de tarifas que, segundo Trump, libertarão os EUA de produtos estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;A partir de amanhã, os EUA implementarão tarifas recíprocas sobre outras nações. […] Vamos calcular a taxa combinada de todas as suas tarifas, barreiras não monetárias e outras formas de trapaça. […] cobraremos deles aproximadamente metade do que eles têm cobrado de nós&#8221;, afirmou Trump.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump afirmou que &#8220;teria sido difícil para muitos países&#8221; cobrar a mesma alíquota cobrada dos EUA, e que daria descontos porque os americanos são &#8220;muito gentis&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se vocês olharem para aquela primeira linha da China, 67%, essas são as tarifas cobradas dos EUA, incluindo manipulação cambial e barreiras comerciais. […] vamos cobrar uma tarifa recíproca com desconto de 34%&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;União Europeia, eles são muito duros, comerciantes muito, muito duros. Vocês sabem, vocês pensam na União Europeia, muito amigáveis. Eles nos exploram. É tão triste de ver. É tão patético. 39%, vamos cobrar deles 20%.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente norte-americano disse ainda que, caso os países não queiram ser taxados, devem transferir suas fábricas para os EUA. &#8220;Tarifas dão ao nosso país proteção contra aqueles que nos fariam mal econômico. […] Mas, ainda mais importante, elas nos darão crescimento&#8221;, afirmou Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, o presidente norte-americano chegou a afirmar que as <strong>tarifas devem incluir todos os países</strong>, mas disse que as taxas podem ser mais suaves do que se espera e que está disposto a fazer acordos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das tarifas recíprocas, outras taxas já anunciadas por Trump também passaram a valer nesta quarta-feira (2), como a <strong>cobrança de 25% sobre carros importados</strong> pelos EUA e as taxas de 25% sobre as exportações feitas ao país e que não se enquadrem no USMCA (acordo comercial que existe entre os três países), por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As incertezas sobre como essas taxas devem funcionar e quais os impactos podem ter nas economias do mundo têm impactado o mercado financeiro nas últimas semanas e causado uma série de reações de diferentes países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o <strong>Senado Federal aprovou, na véspera, em regime de urgência, um projeto</strong> que cria mecanismos e autoriza o governo a retaliar países ou blocos que imponham barreiras comerciais a produtos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto recebeu apoio amplo do Congresso e do governo, e veio após Trump citar o Brasil como exemplo de um país que deve ser taxado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/02/tarifas-reciprocas-veja-a-lista-de-taxas-cobradas-pelos-eua-por-pais.ghtml">https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/04/02/tarifas-reciprocas-veja-a-lista-de-taxas-cobradas-pelos-eua-por-pais.ghtml</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: REUTERS/Carlos Barria</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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